É galera: foi isso mesmo que você leu: Dioclécio Luz, um jornalista do Observatório da Impressa, lançou um artigo no mesmo veículo de notícias acusando a líder da turminha criada por Maurício de Souza de Bulling (termo de origem inglesa utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um quidam (bully) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro quidam (ou grupo de indivíduos) incapaz/es de se proteger. A vocábulo "Bully" significa "valentão", o responsável das agressões).Agora, falemos sério: ok, a Mônica bate nos meninos, mas a sua personagem nas décadas anteriores era bem mais violenta: sempre batendo...
Do meio da década de 1980 para cá, ela não aparece batendo – até porque isso já não era nem percebido: Mônica corre atrás do Cebolinha, depois aparece só o quadrinho com a correspondente onomatopéia, seguida por outro quadrinho onde os meninos estão com o olho roxo.
O senhor Dioclésio só se esqueceu de alguns detalhes: se a TDM faz apologia à violência, o que podemos dizer dos atuais jogos de vídeo game (GTA, God of War dentre outros) nós seríamos assassinos, sedentos de sangue.
Nós devemos estar atentos ao que o salmista diz sobre isso: “A sua obra cairá sobre a sua cabeça; e a sua violência descerá sobre a sua própria cabeça.” (Salmos 7.16)
Nós, remidos por Cristo, não devemos usar de violência para com os outros: devemos sempre agir com mansidão. Uma orientação: não se deixem influenciar pelas mídias que assitimos, lemos ou presenciamos; devemos seguir o exemplo do Senhor e nos afastar da violência.
Então: nada de violência, ok!?
Para saber mais, vá ao GAP hoje às 17 horas na PIBNI.
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